![]() |
|
Sensibilidade
Por Cristina Ruggero {cristina@yogaananda.com.br}
Os místicos orientais dizem que definimos nossas personalidades através do coração que eles acreditam ser a própria essência da alma. Concordo plenamente com eles. A palavra sânscrita para o centro do coração é ANAHATA que significa "aquilo que é sempre novo, quilo que sustenta a si mesmo". É através do coração que nos "apaixonamos". Quando nos apaixonamos a alma produz o "hormônio eterno" que ao ser experimentado, nos mantém com o sentimento de juventude eterna através do amor. O hormônio eterno, segundo os mestres, emana como energia do coração quando se está em estado de amor. É fundamental estarmos apaixonados por alguém, por uma causa, pelo trabalho. . . Os antigos mestres diziam também que a boa saúde, o bem estar depende dessa energia de amor. Interessante voltar no tempo e observar que já vieram muitos mestres antes de Jesus Cristo e mesmo com sua vinda "Ele" que era a própria emanação do amor, foi crucificado; quer dizer - os homens não entenderam sua mensagem. O yoga ensina amar o próximo como a mim mesmo. A me perceber, a me sentir, a me amar como sou. Ninguém da aquilo que não tem. A sensibilidade é importante enquanto percepção de nós mesmos, daquilo que fazemos conosco, com nossos pensamentos. Alguém já disse que somos nossos maiores amigos ou piores inimigos. Em que lado você esta? Como seu amigo ou seu inimigo? Se amando ou não? Se percebendo ou não? Meditar levando luz rosa ou verde para o coração ajudará no processo de aprender a amar a si mesmo a fim de que o amor pelos outros se torne possível. Aprenda a amar a si mesmo como és e a aceitar o amor dos outros. Não espere adoecer para sentir que merece esse amor. Comece a dar primeiro aquilo que espera receber. É bíblico. . ." é dando que se recebe"
|
|